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Empréstimo x Negativados

Emprestar para lucrar

Sabemos que o ideal é não precisar de crédito — mas, em momentos atípicos, ele pode ser necessário para fechar as contas no final do mês bem como cobrir dívidas antigas. 

E, tal panorama agrava a cada dia o número de negativados no Brasil. Antes mesmo dos impactos sociais causados pelo novo coronavírus, mais de 60 milhões de cidadãos no país já se tinham alguma dúvida vinculada ao CPF.

O número representa cerca de 30% da população economicamente ativa no país.

Em relação ao cenário atual, a tendência é que cada vez mais pessoas façam parte da lista de restritos ao crédito dos órgãos de proteção, como o SPC e Serasa. Com o poder de compra reduzido e sem nome no mercado, muitos brasileiros acabam recorrendo aos empréstimos como a solução para o alívio das contas.

Mercado lucrativo

Palavras como: compare, solicite, crédito sem burocracia, juros menores, juros fixos, atendimento online, rápido e seguro fazem dessas empresas um chamariz, vindo ao encontro de pessoas ávidas por resolverem suas questões financeiras.

Aproveitando essa grande demanda que surgiram serviços que conferem crédito para pessoas com qualquer histórico, inclusive e, principalmente com restrição de nome e negativado.

São elas: os Bancos e as empresas de crédito. Estão mais presentes que nunca e engordaram o nicho de mercado dos empréstimos. Oferecendo uma gama de serviços e, recentemente com grande destaque para esse público.

Só há um ponto crucial: saber escolher a proposta ideal para sua crise financeira. Talvez, os altos juros cobrados por essas empresas e bancos seja um caminho inevitável, já que a procura vem atrelada a um histórico de inadimplência. 

Luz no fim do túnel

Mas você se pergunta: emprestar dinheiro para quem tem fama de não devolver? Balela. Segundo pesquisa do SPC Brasil de 2019, o país soma mais de 80 milhões de brasileiros negativados. Mas então, como é que conseguirei?

É simples. Os negativados, em sua maioria, não são reprovados durante uma análise de crédito, porque existem outros fatores levados em consideração na hora da aprovação.

Fatores como um salário fixo em conta corrente pessoal ou a posse de bens materiais, como casa e/ou carro, quitados em seu nome podem ajudar muito.

Unindo essa grande abertura de possibilidades, que essas empresas e bancos são procurados e lucram, trazendo tecnologia, comodidade, em troca de juros.

Soluções saltam à sua tela 

Já sabemos que a iniciativa de oferecer crédito emergencial para pessoas com restrições financeiras fez com que, surgissem n opções de empresas que atendam essa demanda de mercado. Aqui traremos alguns exemplos de empresas que lucram nesse mercado de empréstimos.

A FinanZero:  oferece  a alternativa, através do site, de pedido de empréstimo com recebimento de até 10 propostas pré-aprovadas,  de forma gratuita e online. 

Banco do Brasil: sua linha de crédito para negativados inclui limite de empréstimo pessoal mesmo para quem não é correntista, incluindo cartão de crédito. Funciona com parcelas fixas e taxas de juros reduzidas, variando entre 2,5% e 3,5%. Além disso, o pagamento da primeira parcela é apenas 6 meses (180 dias) após a contratação do mesmo.

O Serasa ecred, oferece uma experiência virtual, na qual o cliente simula ofertas de empréstimo e cartão de crédito, com taxas de juros a partir de 0,99%, dentre outras opções. 

Crefisa: oferece empréstimo pessoal para negativados, funcionários públicos, aposentados e pensionistas. Cobra altas taxas de juros, se comparada com o mercado em questão. 

Fintechs: startups financeiras amedrontam bancos

Você sabia que o Brasil já possui mais de 500 fintechs, startups que atuam no mercado de serviços financeiros? Esta informação consta do último radar publicado pela Fintechlab, site especializado no segmento, apresentando um crescimento vertiginoso de 33% nos últimos 10 meses.

Mas o que são?

Altamente especializadas, as fintechs atuam em nichos como empréstimos online, planejamento financeiro pessoal, investimentos, seguros, criptomoedas, negociação de dívidas em atraso, câmbio e remessas internacionais, bancos digitais e multisserviços. Parece uma tendência que pode (ou já ocupa) uma boa fatia desse nicho lucrativo de empresas de crédito.

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