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Quando a pessoa volta do INSS, pode ser demitido? Entenda seus direitos!

Quando a pessoa volta do INSS, pode ser demitido? Entenda seus direitos!

Você sabia que, ao retornar do INSS, um funcionário pode ser demitido? Muitas dúvidas surgem quando se trata desse assunto e é importante entender seus direitos nesse momento delicado. Neste post, vamos esclarecer essa questão e te orientar sobre o que fazer caso se encontre nessa situação. Fique por dentro e proteja-se!

O que é o INSS e quem tem direito a receber benefícios?

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é um órgão responsável por gerenciar e executar a Previdência Social no Brasil. Ele faz parte da Administração Pública Federal, vinculado ao Ministério da Economia. O objetivo principal do INSS é garantir o pagamento de benefícios aos trabalhadores que contribuem para o sistema previdenciário.

Existem diversas categorias de beneficiários que têm direito a receber os benefícios oferecidos pelo INSS. Entre eles estão os trabalhadores assalariados, autônomos, empregados domésticos, segurados especiais (como pescadores e agricultores familiares), entre outros.

Além disso, também podem ser considerados como beneficiários aqueles que dependem economicamente dos contribuintes do INSS, como cônjuges, filhos menores de 21 anos ou com deficiência e pais maiores de 65 anos.

Dentre os principais benefícios oferecidos pelo INSS estão aposentadoria por idade, aposentadoria por tempo de contribuição, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte e auxílio-reclusão.

Para ter direito aos benefícios do INSS é preciso cumprir alguns requisitos específicos para cada tipo de benefício. Por exemplo: a aposentadoria por idade exige uma idade mínima para homem (65 anos) e mulher (60 anos), além de um determinado tempo mínimo de contribuição; já o auxílio-doença requer prova da incapacidade temporária para o trabalho; e o salário-maternidade exige comprovação do vínculo empregatício ou número mínimo de contribuições.

Caso o contribuinte ou dependente tenha cumprido todos os requisitos e for considerado elegível, poderá solicitar seu benefício diretamente ao INSS, seja por meio de agendamento prévio em uma agência física ou pelo site oficial. É importante ressaltar que todos os benefícios do INSS são pagos mensalmente e têm caráter vinculativo, ou seja, se encaixando nos critérios estabelecidos por lei, o direito ao recebimento é garantido.

Portanto, sempre que um trabalhador precisar afastar-se do trabalho por motivo de saúde ou gestação, deve procurar o auxílio do INSS para obter a proteção social oferecida pelo órgão. Em casos de demissão após retorno das atividades com atestado médico fornecido pelo INSS, cabe ao empregado buscar seus direitos e exigir seu pagamento integral.

Quais são os tipos de afastamento possíveis pelo INSS?

Existem diversos tipos de afastamento que podem ser solicitados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelos trabalhadores brasileiros em casos de doença, acidente ou outras situações que impeçam a realização do trabalho. Nesta seção, vamos explicar quais são esses tipos de afastamento e como eles funcionam.

1. Auxílio-doença

Este é o tipo mais comum de afastamento e é concedido para os trabalhadores que estão temporariamente incapazes de realizar suas atividades laborais por motivos de saúde. Ele pode ser solicitado tanto em caso de doenças que têm relação direta com o trabalho, como lesões por esforço repetitivo, quanto em casos de doenças não relacionadas à vida profissional.

O auxílio-doença é pago pelo INSS após 15 dias consecutivos da incapacidade para o trabalho, sendo que durante esse período o empregador deve pagar os primeiros dias não cobertos pelo benefício. O tempo máximo concedido para pagamento desse auxílio é de 120 dias, podendo ser estendido por mais 60 dias em casos especiais.

2. Aposentadoria por invalidez

Esse tipo de afastamento é concedido aos trabalhadores permanentemente incapacitados para realizar suas atividades profissionais em decorrência de acidente ou doença grave. Para ter direito à aposentadoria por invalidez, é preciso passar pela perícia médica do INSS e comprovar a impossibilidade total e definitiva para o exercício do trabalho.

3. Salário-maternidade

Destinado às mulheres gestantes ou adotantes, esse benefício garante uma remuneração equivalente ao salário da trabalhadora enquanto ela estiver afastada do trabalho para cuidar do filho recém-nascido ou recém-adotado. Ele é pago pelo INSS durante um período de 120 dias, podendo ser estendido em casos de partos múltiplos.

4. Auxílio-acidente

Este benefício é concedido aos trabalhadores quando, após sofrerem um acidente ou doença relacionada ao trabalho, ficam com sequelas definitivas que reduzem sua capacidade laboral. Nesse caso, o valor pago pelo INSS serve como uma indenização pelo dano causado à saúde do trabalhador.

É importante ressaltar que todos esses tipos de afastamento devem ser solicitados e acompanhados por meio dos canais oficiais do INSS e que a legislação garante a manutenção do emprego durante o recebimento desses benefícios. Portanto, se você precisar se ausentar do trabalho por motivos de

Como fica a garantia de emprego durante o afastamento pelo INSS?

A garantia de emprego é um direito assegurado pela legislação trabalhista brasileira a todos os trabalhadores que sofram algum tipo de afastamento pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Essa medida tem como objetivo proteger o empregado e garantir sua estabilidade no emprego após retornar de licença médica.

Durante o período em que o funcionário está afastado pelo INSS, sua empresa é obrigada a manter seu contrato de trabalho suspenso, ou seja, ele não pode ser demitido durante esse período. Além disso, se o prazo estipulado para o afastamento for maior do que 15 dias consecutivos, o benefício da garantia de emprego entra em vigor.

É importante ressaltar que essa medida só é válida para aqueles casos em que houver a comprovação da incapacidade laboral do empregado para exercer suas atividades profissionais. Por isso, é primordial apresentar toda documentação necessária ao INSS e passar pelas perícias médicas exigidas para ter acesso ao auxílio-doença ou outros benefícios previdenciários.

Caso a perícia constate que realmente existe a necessidade do afastamento e conceda o benefício solicitado, a empresa fica proibida de demitir o funcionário até seu retorno às atividades profissionais. No entanto, é importante salientar que essa estabilidade provisória tem um prazo limitado: 12 meses contados a partir do primeiro dia seguinte ao término do auxílio-doença concedido pelo INSS.

Além disso, existem algumas condições específicas em relação à continuidade dessa estabilidade após esses 12 meses. Se o trabalhador for afastado novamente pelo mesmo motivo e precisar de mais tempo para a recuperação, esse período é incluído nos 12 meses previstos pela lei. Já se o afastamento for motivado por outra doença ou acidente, essa estabilidade não se aplica.

Cabe salientar também que durante a garantia de emprego, o empregado tem resguardado seu direito à remuneração salarial normalmente, assim como aos benefícios oferecidos pela empresa. É responsabilidade do empregador garantir que esses direitos sejam cumpridos.

E quando a pessoa retorna ao trabalho, pode ser demitida?

Quando uma pessoa retorna do afastamento pelo INSS e volta ao trabalho, é comum surgirem dúvidas sobre a possibilidade de ser demitido. Isso acontece porque alguns empregadores não entendem como funciona o processo de estabilidade provisória previsto na legislação trabalhista.

Primeiramente, é importante ressaltar que a pessoa que se ausentou do trabalho por motivo de saúde tem direito à estabilidade no emprego por um período determinado. Esse período varia de acordo com o tempo em que ela ficou afastada pelo INSS e pode ser de até 12 meses ininterruptos.

Portanto, se uma pessoa ficou afastada por mais do que 15 dias consecutivos e retornou ao trabalho, ela possui garantia de emprego por um determinado período após sua volta. Ou seja, durante esse prazo, ela só poderá ser demitida por justa causa ou quando o contrato de trabalho for temporário ou por prazo determinado.

Vale ressaltar também que essa estabilidade não impede o funcionário de ser despedido caso ele cometa alguma falta grave ou falte ao serviço sem justificativa. No entanto, é importante lembrar que nesses casos os motivos devem ser muito bem fundamentados pelo empregador para evitar reclamações trabalhistas posteriores.

Além disso, é preciso ficar atento às situações em que a estabilidade não se aplica. Em caso de doenças decorrentes da má-fé do empregado (como fingimento), acidente ocorrido fora do ambiente profissional e licença realizada durante aviso prévio indenizado, não há garantia provisória no emprego.

É importante destacar também que mesmo com a estabilidade prevista, o empregador pode realizar uma demissão com justa causa se houver uma falha grave cometida pelo funcionário durante o período de afastamento. Porém, é necessário que essa falta seja documentada e devidamente comprovada.

Em resumo, quando uma pessoa retorna do INSS após um afastamento, ela possui direito à estabilidade provisória no emprego por um determinado período. No entanto, essa garantia só é válida em casos específicos e não impede que o funcionário seja demitido por justa causa ou em situações previstas na legislação trabalhista. É essencial que ambas as partes (empregado e empregador) estejam cientes dos seus direitos e deveres para evitar possíveis conflitos trabalhistas.

Direitos do trabalhador após uma volta do INSS

Ao retornar de um afastamento pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), é importante que o trabalhador esteja ciente dos seus direitos em relação ao seu emprego e às condições de trabalho. Em primeiro lugar, é importante ressaltar que o retorno do trabalhador após uma licença do INSS não pode ser motivo para demissão.

De acordo com a legislação brasileira, a estabilidade provisória é garantida aos trabalhadores que ficaram afastados por mais de 15 dias consecutivos por motivo de doença ou acidente de trabalho. Isso significa que durante o período em que estiver recebendo auxílio-doença ou auxílio-acidente pelo INSS, o trabalhador não poderá ser dispensado sem justa causa.

Vale ressaltar também que essa proteção se estende até 12 meses após o término do benefício previdenciário. Ou seja, mesmo após voltar ao trabalho, caso haja alguma tentativa de demissão sem justa causa dentro desse prazo, o trabalhador tem direito à reintegração no emprego e indenização pelos salários e demais vantagens perdidas.

Além da estabilidade provisória, existem outros direitos assegurados ao trabalhador que retorna do INSS. Um desses direitos diz respeito às condições de trabalho. Caso a pessoa retorne com limitações físicas ou mentais decorrentes da sua licença médica, é dever do empregador proporcionar-lhe condições adequadas para exercer suas funções sem colocar em risco sua saúde e segurança.

Para isso, caberá à empresa realizar adaptações necessárias no ambiente de trabalho e fornecer os equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados. Caso o empregador não cumpra com suas obrigações, o trabalhador poderá rescindir o contrato de trabalho e receber as verbas indenizatórias.

Outro direito importante é em relação à remuneração durante a licença do INSS. O trabalhador tem direito a receber seu salário integralmente durante os primeiros 15 dias de afastamento por motivo de doença ou acidente de trabalho, caso tenha mais de um ano de vínculo empregatício. Após esse período, será necessário solicitar o auxílio-doença ao INSS para continuar recebendo sua remuneração.

Infelizmente, casos de demissão injusta após um período afastado pelo INSS ainda são comuns no Brasil. Mas é importante saber que os trabalhadores possuem direitos e medidas legais para protegê-los nessa situação.

O primeiro passo é entender o motivo da demissão. Se for alegada uma razão relacionada ao seu afastamento ou à sua condição de saúde, isso pode ser considerado uma demissão discriminatória e injusta. Nesse caso, você tem o direito de contestá-la judicialmente.

Para proceder em caso de demissão injusta depois do retorno do INSS, é crucial reunir todas as provas disponíveis que possam comprovar a discriminação. Isso inclui documentos médicos e qualquer tipo de comunicação ou aviso do empregador sobre sua saúde durante o período em que você estava afastado.

É possível também recorrer a serviços jurídicos especializados em direitos trabalhistas para te ajudar a tomar as melhores medidas legais contra a empresa. Eles poderão avaliar se a sua demissão foi realmente injusta e orientá-lo sobre como proceder judicialmente.

É importante mencionar também que algumas categorias profissionais possuem estabilidade provisória após retornarem do INSS, como é o caso dos acidentados no trabalho. Nesses casos, além das medidas judiciais já mencionadas, o empregador deve garantir a reintegração do funcionário ao cargo ocupado antes do afastamento.

Outro ponto importante é verificar se você possui algum seguro contratado pela empresa ou alguma cobertura pelo sindicato da categoria que possa te amparar financeiramente durante o processo de contestação da demissão.

Em resumo, caso seja demitido de forma injusta após um período afastado pelo INSS, é fundamental buscar orientação jurídica para agir de acordo com seus direitos. O importante é não se intimidar e lutar pelos seus direitos trabalhistas.

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